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Política: Constituição Interactiva procura o contributo da sociedade civil
09 de Julho de 2009, 22:44
Lisboa, 09 Jul (Lusa) – O projecto de uma Constituição Interactiva, para a qual os vários cidadãos podem contribuir com sugestões, vai ser apresentado sábado, pelas 10:00, no Museu das Comunicações, em Lisboa, numa iniciativa do Instituto da Democracia Portuguesa.
“Estamos num ciclo eleitoral e a próxima assembleia legislativa terá poderes de revisão constitucional, devendo ter em atenção áreas em que o país tem de fazer progressos, nomeadamente com um novo tipo de administração e de ordenamento do território”, declarou Mendo Castro Henriques, presidente do Instituto da Democracia Portuguesa, à agência Lusa.
Para o responsável, “é preciso mobilizar a sociedade civil e ouvir as suas ideias”, pois a falta dessa audição “está na origem do abstencionismo crescente, evidente nas últimas eleições europeias”.
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/9889674.html
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EXPRESSO
Política: Constituição Interactiva procura o contributo da sociedade civil
Lisboa, 09 Jul (Lusa) – O projecto de uma Constituição Interactiva, para a qual os vários cidadãos podem contribuir com sugestões, vai ser apresentado sábado, pelas 10:00, no Museu das Comunicações, em Lisboa, numa iniciativa do Instituto da Democracia Portuguesa.
“Estamos num ciclo eleitoral e a próxima assembleia legislativa terá poderes de revisão constitucional, devendo ter em atenção áreas em que o país tem de fazer progressos, nomeadamente com um novo tipo de administração e de ordenamento do território”, declarou Mendo Castro Henriques, presidente do Instituto da Democracia Portuguesa, à agência Lusa.
Para o responsável, “é preciso mobilizar a sociedade civil e ouvir as suas ideias”, pois a falta dessa audição “está na origem do abstencionismo crescente, evidente nas últimas eleições europeias”.
Esperando “uma predominância de participação dos sectores mais jovens”, entre os quais existe uma vontade de assistir “à renovação das pessoas e dos processos”, Mendo Castro Henriques salientou o facto de a Constituição Interactiva ir recorrer às ferramentas da designada Web 2.0, caso das redes sociais.
“No sábado será também apresentada a wiki Constituição, para a qual – à semelhança da wikipédia – todos podem contribuir”, acrescentou o presidente do Instituto da Democracia Portuguesa, referindo-se à sessão que terá um modelo de rotatividade, com a participação de convidados e de elementos do público pré-inscritos.
De acordo com Mendo Henriques, as expectativas de intervenção – que pode ter lugar na sala ou à distância, via Net – são boas, “tendo em conta o entusiasmo já demonstrado quer por movimentos da sociedade civil, quer pelas forças políticas”.
A agenda do evento será criada pelos próprios participantes através da rede Twitter e do blogue http://constituicao20.wordpress.com.
HSF.
Lusa/fim
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Haaretz.com (Jornal Israelita | Israeli Newspaper)
Last update – 11:05 19/07/2009
Should Israel let wiki-users draft its constitution?
By Cnaan Liphshiz
Tags: Wikipedia
Amateur legislators with internet connections and good Portuguese are invited to draft Portugal a new constitution, as part of a new experiment encouraging Web users to edit the document as if it were a Wikipedia entry. Some Portugese officials think Israel could benefit from the same scheme.
The initiative, called Constituicao 2.0, was announced last Saturday by the Institute for Portuguese Democracy, a Lisbon-based political, nonpartisan think tank that uses interactive activities to increase people’s involvement in government.
Constituicao 2.0 is edited by readers like the online encyclopedia Wikipedia. It runs on the same platform. So far, users have made 24 “amendments” to the the non-official document.
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Much like Israel, the government in Portugal “suffers from popular indifference and lack of involvement in the political process, brought on by distrust of politicians,” says Leonardo de Melo Goncalves, the Institute’s internet strategy.
Seeking a fresh start, Constituicao 2.0 did not start with Portugal’s “overly-detailed and quickly outdated” constitution. Instead, organizers opted to “start from scratch.”
Interactive editing
This tactic may have to be repeated if the project is ever tried in Israel – which has no constitution to begin with. Fernando Ferreira da Silva, cultural attache at the Portuguese embassy in Tel Aviv, believes this would be a good endeavor.
“The initiative is very interesting and enables wider participation in the discussion about a new constitution,” he said. “An identical initiative in Israel may be able to contribute to the debate on the need for a constitution.”
Alongside editing the new interactive constitution, users are encouraged to debate and discuss the goal in a blog maintained by the Institute.
The Institute is run by eight public figures and has dozens of contributors, including ex-generals and scholars.
Goncalves, 24, says most users find Constituicao 2.0 through social networks such as Facebook, where he tries to give the organization and the experiment a strong presence.
The initiative has attracted interest from local and international media, as well as bloggers around the world.
Last week, the Institute was contacted by a blogger from Indonesia who translated the document through Google’s online translator and wanted to know more about it.





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